Ouvindo:
Rosa Passos.
Baiana, cidadã do mundo. Desconhecida no Brasil. Reverenciada fora daqui. Os CDs: quase todos muito bons. Aliás, todos muito bons. O “quase” é por conta de gravações dela de músicas já muito manjadas da bossa nova. O Brasil é tão rico musicalmente que podemos nos dar ao verdadeiro luxo de dizer: “ih, não, CHEGA DE SAUDADE, de novo, não”. Vale a pena conhecer. Ela tem uma voz limitada, minimalista. É chamada de João Gilberto de saias. O título não lhe faz justiça. Ela tem personalidade e comparações como essa parecem que querem ser um elogio mas limitam. Ela tem um bom gosto enorme e um repertório super brasileiro, pontuado por uma e outra canção internacional sempre bem escolhida, como S’wonderful ou a francesa quase esquecida Que Reste-t-il de nos Amours. Baixei tudo na Internet. Por um pequeno instante fico pensando na questão dos direitos autorais. Não sei o que concluir. É um dos desafios éticos do nosso tempo.
Rosa Passos.
Baiana, cidadã do mundo. Desconhecida no Brasil. Reverenciada fora daqui. Os CDs: quase todos muito bons. Aliás, todos muito bons. O “quase” é por conta de gravações dela de músicas já muito manjadas da bossa nova. O Brasil é tão rico musicalmente que podemos nos dar ao verdadeiro luxo de dizer: “ih, não, CHEGA DE SAUDADE, de novo, não”. Vale a pena conhecer. Ela tem uma voz limitada, minimalista. É chamada de João Gilberto de saias. O título não lhe faz justiça. Ela tem personalidade e comparações como essa parecem que querem ser um elogio mas limitam. Ela tem um bom gosto enorme e um repertório super brasileiro, pontuado por uma e outra canção internacional sempre bem escolhida, como S’wonderful ou a francesa quase esquecida Que Reste-t-il de nos Amours. Baixei tudo na Internet. Por um pequeno instante fico pensando na questão dos direitos autorais. Não sei o que concluir. É um dos desafios éticos do nosso tempo.
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