domingo, 11 de novembro de 2007

E POR FALAR EM TROPA DE ELITE

Por falar em tropa de elite no comentário anterior, lembro que o filme retrata a realidade de uma tropa de um tipo de polícia, numa cidade específica, em um contexto de criminalidade específica – tráfico e o consumo de drogas – de determinados extratos sociais: no caso, uma discussão entre a classe média que consome drogas proibidas e a classe pobre dos moradores das favelas. Agora, para generalizar um pouco, pergunto: qual o brasileiro, independentemente de classe social, poder, cultura e não estar cometendo nenhuma infração específica não tem medo do que vai acontecer quando é parado pela polícia rodoviária numa estrada qualquer do país? Se todo mundo for sincero acho que vai responder: “é, eu posso estar com tudo certo, documentos do carro, não ter ultrapassado a velocidade permitida, nada disso, mas quando sou parado pela polícia rodoviária, sempre fica a sensação de que vou ser tratado como suspeito de alguma coisa e sempre vou imaginar da saída que a conversa do policial comigo vai ser meio enjoada”. Por que será que a sensação que o cidadão comum tem diante da polícia brasileira é essa?

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